11 de novembro de 2017
3 de outubro de 2017
Dióspiros...
... Tão cedo para os colher.
Ainda é muito cedo? A natureza diz que não.
Com efeito assim é.
Estes são uma amostra dos muitos que já temos colhido para consumo de casa desde os últimos dias de Setembro e que têm escapado intactos às bicadas dos atrevidos melros.
Após muitos anos com as variedades fau-fau e coroa de rei, no nosso pomar, nunca os colhemos antes de fins de Outubro, Novembro e até Dezembro.
Há qualquer "recado" na natureza, pois está tudo adiantado...
Ainda é muito cedo? A natureza diz que não.
Com efeito assim é.
Estes são uma amostra dos muitos que já temos colhido para consumo de casa desde os últimos dias de Setembro e que têm escapado intactos às bicadas dos atrevidos melros.
Após muitos anos com as variedades fau-fau e coroa de rei, no nosso pomar, nunca os colhemos antes de fins de Outubro, Novembro e até Dezembro.
Há qualquer "recado" na natureza, pois está tudo adiantado...
12 de setembro de 2017
Marmelada
Os marmelos estão bem maduros... bem mais cedo que o habitual.
No ano passado foram poucos e pequenos, enquanto que este ano a produção já a podemos considerar normal, com predominância para o calibre grande.
De resto, no nosso pomar praticamente todas as variedades de frutos foram colhidas mais cedo. Coisas do tempo ou do destempo, quem o poderá dizer?
No ano passado foram poucos e pequenos, enquanto que este ano a produção já a podemos considerar normal, com predominância para o calibre grande.
De resto, no nosso pomar praticamente todas as variedades de frutos foram colhidas mais cedo. Coisas do tempo ou do destempo, quem o poderá dizer?
18 de julho de 2017
Feijão verde...
... e amarelo.
A colheita de grande parte das nossas hortícolas, no verão passado, foi fraca e em alguns casos má. Entre outras, o exemplo que podemos dar é o feijão verde, em vagem.
Desde sempre cultivamos o feijão riscadinho, um feijão regional com produções regulares, mas o ano passado foi mesmo muito fraca a produção. Ainda para mais, o que se guardou para semente deu-lhe o gorgulho... um desastre.
Face a essas contrariedades e na busca de feijão para semente, encontramos numa determinada superficie comercial embalagens de feijão amarelo e feijão verde, ambos com as mesmas características e sem fio. Achamos que era tempo de mudar e de experimentar.
Assim fizemos.
A decisão foi acertada pois está a produzir bem, com boas colheitas diárias.
De todas as formas culinárias é muito gostoso, não ficando a dever nada ao feijão regional, apenas tem o senão de as vagens serem um pouco mais curtas, mas tem a enorme vantagem de não ser preciso tirar o fio.
A colheita de grande parte das nossas hortícolas, no verão passado, foi fraca e em alguns casos má. Entre outras, o exemplo que podemos dar é o feijão verde, em vagem.
Desde sempre cultivamos o feijão riscadinho, um feijão regional com produções regulares, mas o ano passado foi mesmo muito fraca a produção. Ainda para mais, o que se guardou para semente deu-lhe o gorgulho... um desastre.
Face a essas contrariedades e na busca de feijão para semente, encontramos numa determinada superficie comercial embalagens de feijão amarelo e feijão verde, ambos com as mesmas características e sem fio. Achamos que era tempo de mudar e de experimentar.
Assim fizemos.
A decisão foi acertada pois está a produzir bem, com boas colheitas diárias.
De todas as formas culinárias é muito gostoso, não ficando a dever nada ao feijão regional, apenas tem o senão de as vagens serem um pouco mais curtas, mas tem a enorme vantagem de não ser preciso tirar o fio.
18 de maio de 2017
Cebola espigada...
... vira cebola boa para consumo.
Com a chegada do inverno grande parte da nossa cebola armazenada espigou ficando estragada para o consumo e o destino a dar-lhe, obviamente, seria a compostagem.
O nosso vizinho Silva, num certo dia passou por cá para ajudar a arranjar as bancas da ramada e apercebeu-se daquele monte de cebola na compostagem. Pediu para levar umas quantas delas dizendo que cebola espigada vira cebola boa.
Decorrido este tempo, ontem bateu ao portão trazendo um balde com cebolas para mostrar que as afirmações dele eram verdadeiras. Acrescentou que não precisou de comprar cebolo de dias curtos de semente. Aqui estão na foto.
Bem, nada disto é novo e nada que nós não soubéssemos. Com efeito metendo à terra as cebolas espigadas vão dar lugar a novas cebolas. Apenas tem o senão de desenvolverem dois ou mais bolbos agarrados, deformando-os, ficando com aspecto menos agradável, e com reduzido interesse comercial.
A intenção deste post vai no sentido de alertar todas aquelas pessoas que têm uma horta caseira que a cebola depois de espigada pode substituír a compra de cebolo de semente.
Com a chegada do inverno grande parte da nossa cebola armazenada espigou ficando estragada para o consumo e o destino a dar-lhe, obviamente, seria a compostagem.
O nosso vizinho Silva, num certo dia passou por cá para ajudar a arranjar as bancas da ramada e apercebeu-se daquele monte de cebola na compostagem. Pediu para levar umas quantas delas dizendo que cebola espigada vira cebola boa.
Decorrido este tempo, ontem bateu ao portão trazendo um balde com cebolas para mostrar que as afirmações dele eram verdadeiras. Acrescentou que não precisou de comprar cebolo de dias curtos de semente. Aqui estão na foto.
Bem, nada disto é novo e nada que nós não soubéssemos. Com efeito metendo à terra as cebolas espigadas vão dar lugar a novas cebolas. Apenas tem o senão de desenvolverem dois ou mais bolbos agarrados, deformando-os, ficando com aspecto menos agradável, e com reduzido interesse comercial.
A intenção deste post vai no sentido de alertar todas aquelas pessoas que têm uma horta caseira que a cebola depois de espigada pode substituír a compra de cebolo de semente.
21 de fevereiro de 2017
Morangos.Estrumar a terra com ...guano
No ano passado, utilizamos pela primeira vez guano para fertilizar a terra dos nossos morangueiros. Este ano voltamos a utilizar guano porque entendemos que valeu a pena, na medida em que a produção foi boa.
Ao longo dos anos tratamos os nossos morangueiros exclusivamente com compostagem caseira e não temos razões de queixa. Simplesmente a produção foi ainda superior com este adubo orgânico, sendo esta a razão da nossa preferência.
Somente daqui a duas semanas ou eventualmente uns dias mais, é que plantaremos os pés de morangueiros. Este compasso de espera justifica-se para que o guano misturado com a terra envelheça um pouco, a fim de evitar queimar as raízes, no caso de ainda não estar curtido.
18 de dezembro de 2016
28 de julho de 2016
Arejo no tomate
Há quem chame "arejo" ao míldio no tomate, como é o caso do nosso vizinho Silva que nos apareceu cá ao portão, muito triste, mostrando-nos alguns tomates num balde. Neste caso é diferente mas para ele foi "arejo" na mesma
- Tanto trabalho para isto, - disse ele. - Não, não vale a pena insistir no biológico, se não se utilizar os químicos as coisas não dão nada - desabafou por fim.
Afinal, nós que somos seguidores da AB também temos algum desalento e queixa de em algumas culturas ter corrido mal, com poucos resultados e grande prejuízo, como foi o caso da batata, por culpa direta do míldio e das condições meteorológicas em Maio, mas... há anos assim. Mas não é só. Temos problemas de crescimento nas abóboras, nas melancias e no feijão verde devido ao muito calor cá por estas bandas com temperaturas acima dos 30º.
É uma questão de opção seguir AB ou utilizar químicos... e nós ainda acreditamos na primeira opção
- Tanto trabalho para isto, - disse ele. - Não, não vale a pena insistir no biológico, se não se utilizar os químicos as coisas não dão nada - desabafou por fim.
Afinal, nós que somos seguidores da AB também temos algum desalento e queixa de em algumas culturas ter corrido mal, com poucos resultados e grande prejuízo, como foi o caso da batata, por culpa direta do míldio e das condições meteorológicas em Maio, mas... há anos assim. Mas não é só. Temos problemas de crescimento nas abóboras, nas melancias e no feijão verde devido ao muito calor cá por estas bandas com temperaturas acima dos 30º.
É uma questão de opção seguir AB ou utilizar químicos... e nós ainda acreditamos na primeira opção
16 de junho de 2016
3 de maio de 2016
17 de abril de 2016
Piolho negro da faveira
Chuva, chuva e mais chuva...finalmente o tempo melhorou, cá para estas bandas, e temos uma tarde de sol.

O tempo ajudou a que o piolho se instalasse no faval e agora só nos resta "correr atrás do prejuízo" , como diz o povo. Já que não foi possível utilizar nenhum preventivo devido à chuva, vamos tentar minimizar os previsíveis estragos, ou seja, com uma solução de água, sabão azul e detergente para imobilizar e eliminar o piolho porque a desponta de pouco adiantará.
Preparamos do seguinte modo: - 50 g de sabão azul em 5 litros de água quente, deixar esfriar, adicionar 1/2l de detergente vulgar da loiça e deixar pousar a solução ( 1 a 2 horas) e por fim pulverizar sobre a planta. E... acreditar que resultará.

Preparamos do seguinte modo: - 50 g de sabão azul em 5 litros de água quente, deixar esfriar, adicionar 1/2l de detergente vulgar da loiça e deixar pousar a solução ( 1 a 2 horas) e por fim pulverizar sobre a planta. E... acreditar que resultará.
20 de março de 2016
15 de fevereiro de 2016
7 de janeiro de 2016
22 de dezembro de 2015
19 de novembro de 2015
Araçá amarelo
Araçá amarelo, pelo terceiro ano consecutivo muito produtivo, ao contrário do vermelho, que também temos e que apesar de estar bem mais desenvolvido poucos frutos nos tem dado.
Não damos muita utilização aos seus frutos ( exceção para sumo e comer alguns ao natural), mas gostamos de ver e ter estas espécies porque têm folhagem permanente e é dos poucos arbustos frutíferos nesta altura do ano.
Não damos muita utilização aos seus frutos ( exceção para sumo e comer alguns ao natural), mas gostamos de ver e ter estas espécies porque têm folhagem permanente e é dos poucos arbustos frutíferos nesta altura do ano.
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