8 de maio de 2014
3 de maio de 2014
S. Gonçalo em Monte Córdova
A devoção a S. Gonçalo remonta seguramente ao séc.
XVI alargando mais e mais no século
seguinte, a ajuizar pela quantidade de capelas edificadas para o culto a este
santo,
sobretudo no Norte do País.
Já lá vai o tempo ( na
década de 70 do séc. XX ainda era bem viva semelhante prática) em que ,
sobretudo nos meses de verão e logo pelas primeiras horas da manhã, víamos
grupos de romeiros - ranchos de pessoas como então se dizia - que para esses
lugares de culto se dirigiam a pé a cumprir as suas promessas. Este era o pretexto
mas a alma popular albergava a vontade de ajuntamento em espalhar pelo pó dos caminhos a alegria
contida e reprimida em consequência das
agruras da vida e da dureza do trabalho e, para isso, não podia faltar a
concertina, o bombo, a pandeireta, a viola, a gaita-de-beiços, o reque-reque e
até as pinhas tinham lugar no acompanhamento musical e festivo. Era então que
surgiam os improvisos dos descantes ao desafio, daí que muitas das quadras e rimanços
robusteceram e foram permanecendo no ideário popular, geralmente da “lavra”
deles mas atribuídas a palavras delas, de fazer corar muita gente, corporizando
anseios e desejos como se só o santo lhes pudesse valer…
“S.
Gonçalo de Amarante
Casai-me
que bem podeis.
Já
tenho teias de aranha
Naquilo
que bem sabeis.”
“S.Gonçalo
de Amarante
Santo bem casamenteiro
Antes de casar as outras
A
mim casai-me primeiro.”
“Oh!
Meu senhor São Gonçalo
Aqui tens duas donzelas
Uma já não é bem moça
E a outra já falam dela."
Aqui tens duas donzelas
Uma já não é bem moça
E a outra já falam dela."
“São
Gonçalo não quer missa
São
Gonçalo não quer esmola.
São
Gonçalo quer uma festa
De
rebeca e de viola.”
“São
Gonçalo de Amaramte
Feito
de pau de azevinho.
Dai-me
força no vergalho
Como
porco no focinho.”
Etc,
etc, etc, etc,etc
Em
Monte Córdova acorrem muitos romeiros à sua capela setecentista de arquitetura simples
e rústica, com talha policroma de estilo joanino, de nave única,
com sineira de ventana em arco.
A
maioria das capelas de culto a S. Gonçalo estão situadas nas rotas e nos caminhos jacobeus percorridos
por peregrinos que demandavam Compostela e, tal como quase todas as outras, esta em Monte Córdova - lugar da Costa -, foi
edificada a pequena distância da estrada medieval que outrora atravessava esta
freguesia de Santo Tirso.
Hoje
dia 3 e amanhã 4 é tempo de festa e romaria por cá a S. Gonçalo. È uma festa que nos encanta e sabe
a povo.
Por
se situar na encosta da aldeia de
Cortinhas, tomámo-la também como nossa que é onde se encontra a nossa casa e Horta de Codeçais.
A
propósito da inventiva popular, ocorre-me partilhar uma “quase” lenda que
noutros tempos se falava e que a capela foi construída porque as mulheres
de Monte Córdova seriam bastante feias (!!!) e não arranjavam marido facilmente,
daí a bondade do pároco de então proceder à construção da dita capela.
A
maledicência tem destas coisas, porque se de facto assim chegou a ser… é justo
dizer que nos tempos atuais a mulher cordovense é tão ou mais jovial, elegante
e bonita como qualquer bonita mulher portuguesa.
António
Assunção
18 de abril de 2014
Maracujá roxo
Os pequenos frutos são cada vez mais procurados e desejados,
com inúmeras utilizações passando pela doçaria ou em bebidas
refrescantes e é tão gratificante tê-los ao alcance das nossas mãos… e ainda há as espécies que nos
proporcionam sombra agradável nos quentes dias de verão, como é o caso do
maracujazeiro.
É conveniente separar as sementes inviáveis com
um copo utilizando um processo
parecido com a recolha de semente de tomateiro, mas apenas
por poucas horas, permanecendo no fundo aquelas que serão viáveis.
Nesta altura do
ano nem será preciso esperar por uma completa secagem das sementes.
28 de março de 2014
Limonete
Quer tenha um extenso jardim ou um pequeno terraço com alguns vasos, guarde sempre algum tempo e espaço para dedicar ao cultivo de ervas aromáticas – bonitas, saudáveis, frescas, aromáticas e comestíveis… à mão de saborear.
Já efectuamos a propagação por estacaria do limonete cá da Horta.
Lá para o fim do verão é só colher as folhas, guardar como ramos de cheiro, para refrescos ou receitas de doçaria e, principalmente, em perfumado e agradável chá que entre outras coisas funciona como um calmante e relaxante natural.
24 de março de 2014
18 de março de 2014
12 de dezembro de 2013
Calagem
Procedemos à calagem de uma área razoável cá da Horta, seguindo o conselho de alguns sabedores das coisas da agricultura dado que há muitos anos esta terra não era cultivada.
Em função da área, metade da cal foi incorporada com a mobilização profunda e a parte restante com a regularização do terreno.
Assim, estamos a preparar a terra com a antecedência conveniente para as culturas que irão ocorrer em tempo próximo da primavera, as " novidades" como por estas bandas são chamadas.
Como é do conhecimento geral o objetivo da calagem é corrigir o PH para um desenvolvimento satisfatório das culturas, eliminando a acidez do solo e fornecer suprimento de cálcio e magnésio para as plantas.
Em função da área, metade da cal foi incorporada com a mobilização profunda e a parte restante com a regularização do terreno.
Assim, estamos a preparar a terra com a antecedência conveniente para as culturas que irão ocorrer em tempo próximo da primavera, as " novidades" como por estas bandas são chamadas.
Como é do conhecimento geral o objetivo da calagem é corrigir o PH para um desenvolvimento satisfatório das culturas, eliminando a acidez do solo e fornecer suprimento de cálcio e magnésio para as plantas.
11 de novembro de 2013
Tomilho
Com o aproximar do inverno, quase sempre rigoroso cá por estas bandas, há que resguardar das geadas esta útil planta.
Vamos secar uma certa quantidade para utilizar em infusão em caso de gripe ou resfriados, especialmente nas situações de nariz entupido e de infecções de garganta.
Esta planta tem muitas outras aplicações benéficas para a saúde e é bastante utilizada em culinária.
Vamos também proceder à propagação desta planta através de estaquia, colocando em água para ganhar raízes e lá para próximo da primavera plantar no jardim bem como, proceder nessa altura, à divisão da cêpa.
25 de outubro de 2013
Mau tempo no pomar e na horta tudo bem
O temporal dos últimos dias cá por Codeçais fez-se sentir e bem com particular incidência no pomar com o derrube e destruição de algumas árvores de que é exemplo a foto de um damasqueiro que foi cortado cerce à caldeira.
A circunstância de nos situarmos a cerca de 400m de altitude explica quase tudo.
Já na horta, a muita chuva veio em benefício dos nossos legumes. A penca plantada na 1ª semana de setembro e que esperamos vir a colher lá para o Natal está exuberante e o mesmo se passa com a couve rôxa.
A circunstância de nos situarmos a cerca de 400m de altitude explica quase tudo.
Já na horta, a muita chuva veio em benefício dos nossos legumes. A penca plantada na 1ª semana de setembro e que esperamos vir a colher lá para o Natal está exuberante e o mesmo se passa com a couve rôxa.
17 de setembro de 2013
Marmelada
Fazer doce de marmelo é sinal de que os dias estão mais pequenos e normalmente já os dias vão mais frescos... mas ao contrário de outros anos ainda vai tanto calor!

Apesar de grande parte dos nossos marmelos estarem bichentos , aproveita-se o que se puder para fazer a marmelada.
Ora, a novidade é que conseguimos fazer marmelada em apenas 30 minutos. Para tal utilizamos uma máquina de cozinhar, muito conhecida no mercado, e ... adeus à colher de pau e às longas horas de mexidelas na panela, por vezes, com queimaduras à mistura. O resultado final é em tudo idêntico.
Esta é uma das tais modernices que nos dá descanso
Apesar de grande parte dos nossos marmelos estarem bichentos , aproveita-se o que se puder para fazer a marmelada.
Ora, a novidade é que conseguimos fazer marmelada em apenas 30 minutos. Para tal utilizamos uma máquina de cozinhar, muito conhecida no mercado, e ... adeus à colher de pau e às longas horas de mexidelas na panela, por vezes, com queimaduras à mistura. O resultado final é em tudo idêntico.
Esta é uma das tais modernices que nos dá descanso
8 de setembro de 2013
Romaria de Valinhas em Monte Córdova
A última grande romaria do ano nesta região decorreu hoje.
A romaria à Senhora de Valinhas tem raízes muito profundas num passado de séculos, confirmadas nas Inquirições Gerais de 1758.
A modesta capelinha é emoldurada por um magestoso e também secular carvalhal a cujos troncos já não se amarram as guitas dos burros mas que fazem sombra e proporcionam descanso a tanta gente que lá se desloca e em cujo chão ainda são estendidas inúmeras toalhas, das mais diversas cores, com apetecíveis farneis e, pese embora a abundância das bebidas modernas, ainda deparamos com o bem português garrafão de tinto ou branco, agora mascarado de plástico no seu aspeto.
Seria injusto falar de uma romaria de séculos omitindo toda a força de um povo, incansável no trabalho, gente em luta constante com a aspereza de um planalto que se situa acima dos 400 metros, da severidade dos invernos, dos caminhos ingremes, de carreiros e atalhos, mas que mesmo assim sempre soube organizar-se. A prova disso é-nos dada - mais uma vez - através das Inquirições Gerais de 1758, confirmando a existência de uma feira anual de quatro dias no arraial de Valinhas nos dias 5, 6, 7 e 8 de Setembro
e cuja festa à Senhora do mesmo nome se realizava sempre no dia 8, aí se juntando comerciantes que levavam os melhores frutos produzidos em Monte Córdova e também eram levadas sementes de centeio, milhão e milho miúdo, vinho verde, animais de criação, ferramentas e instrumentos agrícolas.
Séculos antes da era Cristã já por aqui se fazia sentir a romanização de que é testemunho o castro luso-romano existente no Monte Padrão e os apontamentos da via romana junto à capela de Valinhas; o Mosteiro de S. Salvador de cuja existência nos conduz às preces e orações da mãe de S. Rosendo e ao seu nascimento e baptismo no princípio do século X; a existência da Casa da Justiça em Redurado; da sua indesmentível fé na igreja de Cristo, albergando 7 capelas, uma igreja paroquial e uma basílica, concorrendo para que se realizasse em média uma festa por mês
Da ruralidade de tempos idos, as gentes de Monte Córdova caminharam e caminham de forma segura na modernidade, de forma escancarada, ao mundo envolvente atual.
A romaria à Senhora de Valinhas tem raízes muito profundas num passado de séculos, confirmadas nas Inquirições Gerais de 1758.
| carvalhal de Valinhas |
Seria injusto falar de uma romaria de séculos omitindo toda a força de um povo, incansável no trabalho, gente em luta constante com a aspereza de um planalto que se situa acima dos 400 metros, da severidade dos invernos, dos caminhos ingremes, de carreiros e atalhos, mas que mesmo assim sempre soube organizar-se. A prova disso é-nos dada - mais uma vez - através das Inquirições Gerais de 1758, confirmando a existência de uma feira anual de quatro dias no arraial de Valinhas nos dias 5, 6, 7 e 8 de Setembro
| Capela de Valinhas (ornamentada em 2013) |
Séculos antes da era Cristã já por aqui se fazia sentir a romanização de que é testemunho o castro luso-romano existente no Monte Padrão e os apontamentos da via romana junto à capela de Valinhas; o Mosteiro de S. Salvador de cuja existência nos conduz às preces e orações da mãe de S. Rosendo e ao seu nascimento e baptismo no princípio do século X; a existência da Casa da Justiça em Redurado; da sua indesmentível fé na igreja de Cristo, albergando 7 capelas, uma igreja paroquial e uma basílica, concorrendo para que se realizasse em média uma festa por mês
Da ruralidade de tempos idos, as gentes de Monte Córdova caminharam e caminham de forma segura na modernidade, de forma escancarada, ao mundo envolvente atual.
*António Assunção
(nota: não carece de autorização a reprodução deste texto no todo ou em parte, é apenas indispensável mencionar a fonte , o autor e o meio visualizado)
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22 de agosto de 2013
Feijão verde e abóbora porqueira...
... de bom e de mau ano de colheita.
Nestas duas últimas semanas a colheita diária de feijão verde tem rondando entre mais de 1kg e 1,3kg excedendo largamente o consumo cá da casa e ainda bem que é assim porque nos permite congelar para consumir mais tarde.
De péssimo ano tem sido a produção de abóbora porqueira. Das muitas dezenas semeadas não conseguimos colher, até hoje, uma só que seja para guardar e consumir mais tarde. Nunca tal nos tinha acontecido. Começam por amarelecer e apodrecem sem chegar a tamanho razoável de colher.
A mãe do nosso " mestre de lavoura" diz-nos que é por passarem sede. Achava estranho porque temos abundância de água, mas... afinal tenho de concordar que seja essa a razão. Ao arrancar alguns pés de abóboras verifiquei a existência de galerias escavadas pelas danadas das toupeiras. Temos esta praga a competir com as culturas e pouco ou nada podemos fazer.
Nestas duas últimas semanas a colheita diária de feijão verde tem rondando entre mais de 1kg e 1,3kg excedendo largamente o consumo cá da casa e ainda bem que é assim porque nos permite congelar para consumir mais tarde.
De péssimo ano tem sido a produção de abóbora porqueira. Das muitas dezenas semeadas não conseguimos colher, até hoje, uma só que seja para guardar e consumir mais tarde. Nunca tal nos tinha acontecido. Começam por amarelecer e apodrecem sem chegar a tamanho razoável de colher.
A mãe do nosso " mestre de lavoura" diz-nos que é por passarem sede. Achava estranho porque temos abundância de água, mas... afinal tenho de concordar que seja essa a razão. Ao arrancar alguns pés de abóboras verifiquei a existência de galerias escavadas pelas danadas das toupeiras. Temos esta praga a competir com as culturas e pouco ou nada podemos fazer.
16 de julho de 2013
Morangos
Chega de lamentações... o que lá vai, lá vai.
Nos últimos três anos ( desde que nos instalamos aqui em Codeçais ) temos vindo a dispensar um cuidado atento ao cultivo do morango e temos sido recompensados.
Este ano o consumo de casa não dá vazão a tanto morango com colheitas 2 vezes ao dia.
Vamos deitando mão às maneiras conhecidas de os armazenar para outras épocas.
Nos últimos três anos ( desde que nos instalamos aqui em Codeçais ) temos vindo a dispensar um cuidado atento ao cultivo do morango e temos sido recompensados.
Este ano o consumo de casa não dá vazão a tanto morango com colheitas 2 vezes ao dia.
Vamos deitando mão às maneiras conhecidas de os armazenar para outras épocas.
23 de junho de 2013
Piolho em macieiras e na horta
Vai tudo de mal a pior este ano agrícola, cá na Horta, e de pouco nos vale as lamentações.
Diria que é normal nesta altura o aparecimento do piolho cinzento nos novos rebentos mas a infestação desta praga tomou proporções incontroláveis no nosso pomar, atacando sobretudo as macieiras.
De nada valeu a calda bordalesa como preventivo e a aplicação do óleo de verão. É este o estado em que se encontram. Para tanto terão contribuído as chuvas das últimas semanas e as condições meteorológicas adversas.
Perante situações como esta assalta-nos a dúvida e abala-nos a determinação na agricultura biológica.
A situação abaixo mencionada dará ideia, embora não tenha dado à estampa aqui no blog: -A colheita de favas foi semelhante a anos anteriores mas obrigou a muito trabalho e redobrada atenção ao piolho que frequentemente aparecia; colheu-se muito menos quantidade de ervilha de grão e de quebrar; a penca deu um ar de graça espigando na sua maioria e a que dava para colher... apoderou-se dela a bicha; a cebola dos dias grandes apresenta dificuldade de crescimento. Nas novidades, as folhas das melancias estão "encarquilhadas" devido ao piolho ; no feijão verde também já foi necessário intervir devido ao mesmo problema do piolho; as beterrabas apresentam o mesmo problema nas folhas e muitos dos tubérculos apresentam rachaduras. No batatal, a variedade vermelha desirée, colhida esta semana, é muito miúda e esperamos que na qualidade kennebec branca, a colheita seja melhor.
De tudo isto exceptua-se a variedade de tomate coração-de-boi e os morangueiros que, apesar de produzirem menos, não apresentam moléstias ou pragas.
No pomar praticamente não temos fruta: cereja muito pouca; nada em damascos; nada em ameixas; os nashi têm poucos frutos; pouca pêra e, a enegrecer ainda mais, os pessegueiros foram dizimados pela lepra.
Paciência e esperança de melhores colheitas no futuro acreditando na AB.
Diria que é normal nesta altura o aparecimento do piolho cinzento nos novos rebentos mas a infestação desta praga tomou proporções incontroláveis no nosso pomar, atacando sobretudo as macieiras.
De nada valeu a calda bordalesa como preventivo e a aplicação do óleo de verão. É este o estado em que se encontram. Para tanto terão contribuído as chuvas das últimas semanas e as condições meteorológicas adversas.
Perante situações como esta assalta-nos a dúvida e abala-nos a determinação na agricultura biológica.
A situação abaixo mencionada dará ideia, embora não tenha dado à estampa aqui no blog: -A colheita de favas foi semelhante a anos anteriores mas obrigou a muito trabalho e redobrada atenção ao piolho que frequentemente aparecia; colheu-se muito menos quantidade de ervilha de grão e de quebrar; a penca deu um ar de graça espigando na sua maioria e a que dava para colher... apoderou-se dela a bicha; a cebola dos dias grandes apresenta dificuldade de crescimento. Nas novidades, as folhas das melancias estão "encarquilhadas" devido ao piolho ; no feijão verde também já foi necessário intervir devido ao mesmo problema do piolho; as beterrabas apresentam o mesmo problema nas folhas e muitos dos tubérculos apresentam rachaduras. No batatal, a variedade vermelha desirée, colhida esta semana, é muito miúda e esperamos que na qualidade kennebec branca, a colheita seja melhor.
De tudo isto exceptua-se a variedade de tomate coração-de-boi e os morangueiros que, apesar de produzirem menos, não apresentam moléstias ou pragas.
No pomar praticamente não temos fruta: cereja muito pouca; nada em damascos; nada em ameixas; os nashi têm poucos frutos; pouca pêra e, a enegrecer ainda mais, os pessegueiros foram dizimados pela lepra.
Paciência e esperança de melhores colheitas no futuro acreditando na AB.
13 de junho de 2013
5 de maio de 2013
Semente de rabanete
O seu cultivo afigura-se simples e fácil, requerem água em abundância.
Este pequeno monte de sementes foi oferta da Margarida aquando da visita que nos fez no feriado do 1º de Maio.
O rabanete é um legume saboroso que acompanha bem em saladas para além das suas propriedades benéficas para a saúde.
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